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Educação | APLB Sindicato | Pablo Roberto critica paralisação da APLB e diz que sindicato rompeu acordo de negociação

Vice-prefeito e secretário de Educação afirma que as negociações continuam, questiona a decisão da categoria de convocar paralisação e defende a manutenção das aulas na rede municipal.

Educação | APLB Sindicato | Pablo Roberto critica paralisação da APLB e diz que sindicato rompeu acordo de negociação
📸Onildo Rodrigues

O vice-prefeito e secretário municipal de Educação de Feira de Santana, Pablo Roberto, criticou a decisão da APLB Sindicato de convocar uma paralisação dos professores, afirmando que a medida foi tomada enquanto as negociações com o governo ainda estavam em andamento.

Segundo o secretário, havia um acordo entre a Prefeitura e o sindicato para que não fossem realizadas manifestações durante o período de diálogo. Ele explicou que uma reunião prevista para a última semana precisou ser adiada por questões técnicas envolvendo a equipe da Secretaria da Fazenda, mas ressaltou que o processo de negociação não foi interrompido.

Pablo Roberto informou que uma nova reunião está marcada para a próxima segunda-feira, quando a comissão formada por representantes de diferentes secretarias voltará a discutir a pauta apresentada pela categoria. De acordo com ele, a administração municipal avaliará os próximos passos diante do que considera uma quebra do acordo por parte da entidade sindical.

O secretário também afirmou que a Prefeitura realizou duas reuniões com representantes da APLB nos últimos dias e destacou que parte das reivindicações apresentadas pela categoria já foi atendida. As demandas ainda pendentes, segundo ele, dependem de estudos técnicos e da capacidade financeira do município.

Durante a entrevista, Pablo Roberto também criticou o que classificou como tratamento desigual da entidade em relação aos governos municipal e estadual, afirmando que o sindicato adota uma postura mais rígida quando as reivindicações envolvem a Prefeitura de Feira de Santana.

Por fim, o secretário fez um apelo para que professores, gestores e coordenadores mantenham o funcionamento das escolas, evitando prejuízos aos cerca de 58 mil alunos matriculados na rede municipal de educação.

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